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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ele não está tão a fim

Não, eu não vou falar sobre o filme "Ele não está tão a fim de você" (clique aqui para saber sobre ele), simplesmente porque comédia romântica é ótima, mas nem sempre, quando nos envolvemos com alguém sem sermos correspondidos, um belo dia a recíproca acontece. Muitas vezes, a correspondência da atração, sentimento ou seja lá o que for não acontece e pronto. No filme, a coisa acaba bem. E quando não acontece assim na vida real? Tia Nina ajuda, calma.

Todas nós detestamos quando aparecem aquelas criaturas desencanadas e sorriem, dizendo:

- Ah, relaxa, cara. Tem milhões de caras por aí.

Sim, a gente sabe que tem. Mas dentre TODOS ESSES MILHÕES, eu só queria um. E ele não tá a fim de mim. Ou não tanto quanto eu. Tem trocentas milhões de razões, e por mais convincentes, corretas, com sentido ou não que elas sejam, você não está nem aí. Porque a grande verdade é que ninguém gosta de não ser correspondido.
- Ah, Nina, eu me satisfaço em amar em silêncio.

Mentira sua. Você tem é medo. MILHÕES de medos. E um deles é de ser recusada, de tomar um tocão, de ter que ouvir, ou sentir, né, porque 1% dos homens falam o título desse texto; os outros 99% mandam sinais. Sim, os sinais. Saiba percebê-los, e é essa a grande sacada. Uma vez sabendo ler nas entrelinhas (ou no óbvio, muitas vezes, que foge de ser óbvio quando a gente está envolvida), acredite, é muita dor de cabeça (e de cotovelo) economizada.

Se o cara quer estar com você, ele vai demonstrar isso claramente, não vai mandar indiretas impossíveis de entender. Se não está muito claro, você talvez esteja vendo demais, não fique catando sinais de interesse que não existem. Quando alguém quer alguma coisa, ela sabe conseguir e vai correr atrás disso. Pára de culpar a Nextel que nunca tem sinal e ele deve estar te ligando; pára de inventar que mensagens SMS, às vezes, se perdem pelo caminho. Hoje temos milhares de redes sociais e possibilidades: se o cara quer te achar, ele vai dar o jeito dele.

E bom, ele não está tão a fim. É, paciência. Ouvir aquelas frases positivas e pra frentex das amigas, aquela que eu falei no começo desse post, é realmente um porre, mas a verdade é que elas estão certas, e sim, tem milhões de caras no mundo, certamente alguns milhares muito mais interessantes do que esse aí que não se interessou muito por você. E não interessa se é porque ele não te conhece bem, se está em outra ou se você acha que pisou na bola - honestamente isso não faz muita diferença. A boa ideia é respirar fundo e olhar em volta, pros lados, enfim.

Pode ser que o cara resolva te enxergar de outro jeito, mas pode ser que não, então trata de fazer valer a letra daquela música e entenda que "o show tem que continuar". Os personagens secundários mudam, é só você entender que, na nossa vida, os protagonistas somos somente nós mesmas, do começo ao fim. Porque tem dia que a gente esquece; porque tem dias que o nosso mundo cai, e isso é normal e necessário. Pra levantar, tem que cair. Pra acertar, tem que errar. Pra reconhecer o bom quando ele chegar, conheça primeiro o ruim. Se apaixonar é uma merda, eu sei, mas olha... Que delícia!


Beijos,


Nina

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Filme - Presságio

Até esse final de semana não tinha visto Presságio, que apesar de ser com o Nicolas Cage, eu tinha um certo preconceito, pois achava que era filmes de fim do mundo tipo 2012, Armagedon e outros. Quando vi o trailer, me interessei muito pela história e resolvi assistí-lo. Não me arrependi, muito bom!!!
A história é de uma escola que monta uma cápsula do tempo e os alunos colocam desenhos nela para serem abertos cinquenta anos depois. Em 2008 (se não me engano) essa cápsula é aberta e cada desenho é entregue para um aluno qualquer. O menininho fica com um que é cheio de números, a princípio, sem sentido. Porém, o pai dele (Nicolas Cage) descobre que os números mostram a data, a hora e quantas pessoas morreram em acidentes dentro desses cinquenta anos. 


E esse é o desenrolar do filme que mistura ação, ficção científica, suspense e tudo mais. É um tipo de filme completamente imprevisível, do tipo que tu piscou e "putzz...não acreedito que isso aconteceu". Em alguns momentos chega a até dar um certo meeedinhoo...rs


Só achei que deixou a desejar em dois aspectos:
1- Efeitos especiais, especialmente na cena do metrô
2- Final....achei meio down em relação ao nível de filme....mas mesmo assim foi maneiríssimo!

Ta aí! Recomendo para esse feriado chuvoso!

Já viu? Gostou? Deixe um recadinho aqui!

Beijinhos,


Para entrar em contato, mande um e-mail para contato@pecadofashion.com.br

domingo, 26 de setembro de 2010

Filme - Halloween: O Início

Sim, sim! Sou uma viciada em filmes. E por esse motivo muitos amigos sempre me pedem opiniões sobre tal filmes e tudo mais. Pensando nisso resolvi escrever uma breve resenha de cada filme novo que eu ver. Não vou me demorar muito para não ser chata, mas querendo..a gente pode debater mais sobre o assunto..rs

Acabei de ver Halloween: O Início


É um filme de Terror sobre um menino psicopata de 16 anos que mata um monte de gente e vai para um reformatório. Lá, seu médico começa a estudar seu comportamento e tudo mais e meio que vira um especialista no menino Michael.

Quinze anos depois, numa noite conturbada, o Michael acaba fugindo e indo para a sua antiga cidade em busca de algo que não contarei aqui senão perde a graça (mesmo sendo um pouco sem sentido...rs) e sai matando TODO MUNDO que cruza seu caminho.

Esse tipo de filme me encantava....na adolescência. Hoje, eu acho tudo TÃO igual:

  • É o médico que tenta resolver a situação, mas ninguém acredita nele; 
  • A melhor amiga da mocinha é sempre moderninha e sempre a primeira a morrer;
  • A polícia nunca resolve nada (não que isso seja diferente na vida real). Sempre chegando tarde demais ou até chega cedo, mas o cara mata o policial que entra na casa SEM LUZ
  • Ninguém escapa do assassino...a não ser a mocinha, CLARO
  • Nada mata o cara...eu contabilizei...foram quatro ou cinco tiros...e nem as forças ele perde 

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